Plataforma Aurora

IA assistiva para a saúde pública, no ambiente que o órgão escolher.

A Inova implanta transcrição, apoio à regulação, consulta a protocolos e análise operacional em infraestrutura dedicada da Inova ou dentro do ambiente do contratante.

Entrada em produção por etapas: diagnóstico, prova controlada, homologação e operação assistida.

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26/08/2026CFM 2.454 entra em vigor
4,7 biregistros na RNDS
398proponentes habilitados no Inova SUS Digital
R$ 23,03 biprevistos no PBIA para 2024–2028

Resumo executivo

O que o órgão recebe e como a operação começa.

O que o órgão contrata

Um stack modular de IA assistiva, integrado ao fluxo autorizado de saúde pública, com implantação, sustentação, monitoramento e governança definidos em proposta técnica.

Onde a Aurora opera

Em ambiente dedicado e operado pela Inova no Brasil ou na infraestrutura do próprio órgão. A escolha considera política de dados, capacidade, integração, disponibilidade e modelo operacional.

Como entra em produção

O trabalho começa pelo caso de uso e pelos critérios de aceite. Prova controlada, integração e homologação vêm antes da operação assistida e de qualquer ampliação.

Quem mantém a decisão

O profissional responsável mantém a decisão clínica. Contrato, matriz de responsabilidades e controles do órgão definem acesso, operação, mudanças e resposta a incidentes.

Contexto

Regras e decisões que orientam o projeto

O dossiê separa norma vigente, projeto de lei e risco de contratação.

Em vigor em 26/08/2026

A decisão médica continua humana

A Resolução CFM nº 2.454/2026 classifica risco, exige supervisão e atribui ao médico a decisão final. Instituições que desenvolvem ou usam sistemas próprios devem estruturar governança interna e, quando aplicável, comissão responsável.

Essas exigências entram nos critérios de aceite e na governança de cada implantação.

Fonte: CFM — Resolução 2.454/2026 normatiza uso da IA na medicina

ANPD, posição consultada em 01/08/2026

Transferência internacional exige mecanismo válido

A LGPD prevê hipóteses para transferência internacional. A União Europeia recebeu decisão de adequação em 2026; nos demais casos, podem ser necessários instrumentos como cláusulas-padrão. Infraestrutura no Brasil reduz a exposição internacional, mas não elimina as demais obrigações da LGPD.

Fonte: ANPD — transferência internacional e adequação da União Europeia

Senado francês, 10/06/2025

Jurisdição do provedor entra na análise de risco

Em audiência no Senado francês, a Microsoft França informou que não podia garantir ausência de entrega de dados por ordem dos Estados Unidos sem aval francês. O CLOUD Act pode alcançar dados sob posse, custódia ou controle do provedor, mesmo armazenados fora dos EUA.

A decisão de arquitetura precisa registrar esse risco, sem tratar toda nuvem estrangeira como ilícita.

Fonte: Senado francês — audiência sobre soberania e contratação de nuvem

Fonte: Congresso dos EUA — relatório jurídico sobre o CLOUD Act

Status do marco legal de IA. O PL 2.338/2023 foi aprovado pelo Senado e, em 1º de agosto de 2026, aguardava parecer na comissão especial da Câmara. Ainda não é lei. A Aurora acompanha a tramitação, mas não vende conformidade antecipada.

Demanda

Sinais públicos, sem confundir habilitação com contrato

4,7 bilhões

Escala nacional de dados

A Rede Nacional de Dados em Saúde superou 4,7 bilhões de registros clínicos e administrativos. O volume indica oportunidade para uso responsável, mas não autoriza acesso nem treinamento: cada fluxo depende de finalidade, base legal e governança.

Fonte: Ministério da Saúde — RNDS supera 4,7 bilhões de registros

A Inova

Base operacional disponível

Experiência de fluxo reduz risco de integração; a IA ainda precisa ser validada.

A Inova já entrou em saúde pública — em 2019

Em 3 de setembro de 2019, a Inova apresentou o Projeto Aurora ao Hospital de Base de Brasília. A proposta integrava comunicação, segurança, dados e gestão e já tratava de LGPD antes da vigência da lei.

O programa atual retoma aquele nome e atualiza o escopo para IA aplicada à operação.

Fonte: Inova — Projeto Aurora, Hospital de Base de Brasília

Fluxo de regulação em produção

O SAU 360 integra atendimento 192, regulação médica, despacho, telefonia, equipes de campo e indicadores. Essa operação fornece contexto de processo para definir casos de uso e critérios de aceitação.

Experiência operacional reduz o risco de desenhar uma ferramenta desconectada da rotina.

Fonte: Inova — prova operacional do SAU 360

Integração de software e telecomunicações

A capacidade existente combina software de atendimento, telefonia, integração e operação contínua. A Aurora parte dessa base para testar componentes de IA sem substituir o sistema transacional.

O primeiro objetivo é integrar e medir; não reescrever a operação.

Fonte: Inova — prova operacional do SAU 360

Escopo

O que compõe a plataforma

Módulos contratáveis, integrados ao fluxo existente e homologados por caso de uso.

01

Ingestão

Conectores para sistemas autorizados, áudio e telemetria, com linhagem desde a origem. HL7, FHIR e alinhamento à RNDS entram conforme o ambiente do contratante.

02

Curadoria

Validação, minimização, desidentificação quando aplicável, terminologia oficial e versionamento. Nenhum dado entra em modelo sem finalidade, base legal e controle de acesso definidos.

03

Modelos

Modelos de peso aberto selecionados por tarefa e avaliados em português brasileiro. Cada versão entra em operação somente após teste no caso de uso contratado.

04

Aplicações

Transcrição, apoio à triagem, consulta a protocolos e análise operacional. Cada módulo tem limite, métrica, supervisão e registro definidos antes da homologação.

Módulos de aplicação e seus limites

AplicaçãoO que fazO que não faz
Transcrição de atendimentoDocumentação automática da chamada, com registro auditávelNão interpreta clinicamente sozinha
Apoio à triagemSugere prioridade a partir do protocolo vigente, destacando sinal de alertaNão classifica sozinha; o regulador decide
Copiloto do reguladorRecupera protocolo, checklist e histórico em tempo real durante o atendimentoNão fala com o paciente nem substitui o profissional
Análise de padrão e demandaIdentifica pico, sazonalidade e pressão sobre recurso, para planejamentoNão é previsão epidemiológica certificada
Painel de indicadoresConsolida métrica operacional e de gestão com dado rastreávelNão substitui sistema de informação oficial

Limite clínico. A Aurora apoia decisão. Não diagnostica, não prescreve, não emite laudo e não substitui o médico regulador. A decisão clínica permanece com o profissional responsável.

Arquitetura

Dimensionamento e controles por operação

Arquitetura dimensionada para cada operação

Capacidade computacional, armazenamento, redundância e nível de serviço são definidos depois de medir carga, integrações, retenção e criticidade. Este material não presume infraestrutura pronta nem desempenho homologado.

  • Modularcomponentes desacoplados para integrar sem substituir o sistema transacional
  • Segregadadados, acessos, registros e recursos separados conforme o contrato
  • No Brasilprocessamento em território nacional nos dois modelos de implantação

O dado durante o ajuste do modelo

Ajustar um modelo exige processar o dado da instituição. Quando esse processamento usa capacidade contratada sob demanda, o conjunto de dados sai cifrado do ambiente da Aurora e só é aberto dentro do processo de treino, em memória.

Cifrado na origem

O conjunto de dados é cifrado antes de sair do ambiente da Aurora e assim permanece em trânsito e em repouso na máquina que treina.

Chave por execução

Uma chave por trabalho, entregue uma única vez, mantida apenas em memória e descartada no encerramento. Revogar é deixar de entregá-la.

Sem cópia legível em disco

O conteúdo é aberto dentro do processo de treino. Nenhum arquivo legível é gravado na máquina, inclusive os pontos de retomada, que carregam o aprendizado do dado.

Capacidade efêmera

A máquina é criada para o trabalho e destruída ao fim, com o volume apagado e a credencial revogada.

Isolamento por contratante

Conjunto de dados, modelos e execuções são separados por organização em toda consulta, com teste automatizado contra banco real a cada entrega.

Registro do que rodou

Cada execução grava modelo base, versão do conjunto de dados, protocolo de avaliação congelado, hardware e duração — o que permite reproduzir e auditar o resultado depois.

Proteção contra o próprio provedor de nuvem — a leitura da memória com a máquina em execução — depende de computação confidencial com GPU, que em 18 de setembro de 2026 não tinha oferta em região brasileira. Para a instituição que exige esse nível, a Aurora roda em infraestrutura do contratante ou em hardware dedicado, onde esse risco não existe.

O ajuste em infraestrutura própria, com isolamento por contratante e registro de proveniência, já opera. O transporte cifrado ponta a ponta e a capacidade efêmera estão especificados e entram na fase seguinte.

Fontes candidatas para avaliação e ajuste

OpenDataSUS / DATASUS

Fonte candidata; uso condicionado à licença, finalidade e minimização

SciELO e LILACS / BVS

Literatura candidata; acesso aberto não presume autorização para treino

PCDT e diretrizes oficiais

Base candidata para recuperação de informação e apoio ao protocolo

DeCS, CID e CIAP

Terminologias sujeitas às respectivas condições de uso

Dado do contratante

Somente sob instrumento válido, controle de acesso e finalidade definida

A lista é de fontes candidatas. Nenhum conteúdo entra em treino ou ajuste antes de parecer sobre licença, base legal e finalidade. Material irregular ou sob litígio de direito autoral está fora do escopo.

Controles previstos

  • Classificação de risco e responsabilidade por caso de uso
  • RIPD e base legal por fluxo, quando aplicáveis
  • Registro de entrada, modelo, versão, saída, acesso e data
  • Documentação para a governança interna da instituição contratante
  • Enquadramento sanitário antes da oferta comercial, conforme RDC 657/2022 e classificação aplicável

Implantação

Duas formas de operar, uma jornada de entrada em produção

Modelo A

Operação gerenciada pela Inova

Para o órgão que quer contratar a solução e a operação técnica do ambiente.

A Aurora roda em ambiente dedicado e segregado, provisionado no Brasil e operado pela Inova. Capacidade e disponibilidade são contratadas depois do dimensionamento.

  • Inova: implantação, proteção do ambiente, monitoramento, atualização e sustentação conforme o nível de serviço contratado
  • Órgão: finalidade, base legal, perfis autorizados, protocolo assistencial e decisão clínica
  • Ambos: matriz de responsabilidades, resposta a incidentes, critérios de aceite e gestão de mudanças
Modelo B

Infraestrutura do órgão

Para o contratante que precisa manter o stack em datacenter, nuvem privada ou ambiente próprio aprovado.

A Inova instala, protege e integra o stack no ambiente indicado pelo órgão. A operação pode permanecer com a Inova, sob nível de serviço, ou ser transferida à equipe do contratante.

  • Inova: arquitetura, implantação, integração, endurecimento, documentação e suporte no escopo contratado
  • Órgão: capacidade, conectividade, acessos administrativos, continuidade da infraestrutura e política interna
  • Ambos: homologação, observabilidade, rotina de atualização e plano de reversão

Roteiro de implantação do contratante

Etapa 1

Diagnóstico e desenho

Delimitar o problema antes de escolher tecnologia e capacidade.

  • Caso de uso, usuários, sistemas e fluxo atual
  • Modelo de implantação e matriz de responsabilidades
  • Requisitos de dados, segurança, disponibilidade e integração
  • Critérios de aceite e proposta técnica
Etapa 2

Prova controlada

Medir utilidade, risco e custo sem antecipar a produção.

  • Protótipo no escopo autorizado
  • Métricas de qualidade, latência, segurança e custo
  • Análise jurídica, clínica e sanitária aplicável
  • Decisão documentada de avançar, ajustar ou interromper
Etapa 3

Implantação e homologação

Colocar o stack no ambiente escolhido e provar os critérios contratados.

  • Provisionamento, integração e controles de acesso
  • Registros, monitoramento e plano de reversão
  • Capacitação dos perfis responsáveis
  • Homologação técnica e operacional por caso de uso
Etapa 4

Operação assistida

Estabilizar a rotina antes de ampliar usuários, módulos ou capacidade.

  • Acompanhamento de indicadores e incidentes
  • Revisão de qualidade, risco e aderência ao protocolo
  • Gestão controlada de versões e mudanças
  • Plano de escala baseado em demanda e desempenho observados

Contratação

Como a oferta se transforma em operação

LinhaNaturezaDescrição
Implantação e integraçãoProjetoDiagnóstico, arquitetura, conectores, controles e homologação no ambiente escolhido
Licença da plataformaRecorrenteDireito de uso, versões homologadas e evolução dos módulos contratados
Operação gerenciadaRecorrenteAmbiente, monitoramento e nível de serviço quando a operação fica com a Inova
Sustentação e governançaRecorrenteSuporte, documentação, revisão de risco, auditoria e gestão de mudanças

Prazo e preço dependem do modelo de implantação, carga, número de unidades, disponibilidade, integrações, retenção e suporte. A Inova formaliza esses itens depois do diagnóstico; este dossiê não substitui proposta técnica e comercial.

Dimensionamento preliminar

Estimador de capacidade e custos

Parta do nó padrão com 2 GPUs, expansível para 4, ou escolha outro perfil. O cálculo compara a operação gerenciada pela Inova com a implantação no órgão e dimensiona modelo, KV cache, servidor, discos, rede e energia.

1. Modelo e memória
Perfil de trabalhoRanking geral orienta a comparação; benchmark agentico não valida uso clínico, desempenho em português nem adequação ao SUS.
Quantização dos pesos
Precisão do KV cache
2. Carga de trabalho
Contexto máximo por solicitaçãoReserva de capacidade; o consumo real acompanha os tokens processados.
3. Dados e operação
Armazenamento útilCapacidade útil para dados e artefatos; a tela também mostra a capacidade física.
Modelo de operação

Cenário estimado

DeepSeek V4 Flash 0731

Tarefas agentivas e raciocínio geral fora do fluxo clínico decisório

2º entre modelos de pesos abertos no GDPval-AA v2, retrato de 01/08/2026.

Implantação estimadaR$ 105.000
Operação mensal estimadaR$ 30.000 a R$ 31.000

Na operação gerenciada, o valor inicial cobre engenharia e implantação. A mensalidade reúne capacidade dedicada, energia, suporte de hardware e operação técnica de referência.

Topologia de execução

Réplicas
1
Nós por réplica
1
GPUs por réplica
2
Total de nós / GPUs
1 / 2
Slots de GPU por nó
2 / 4

FP4 + FP8 nativo · RTX PRO 6000 Blackwell

Estado da topologia: Topologia reproduzida pela comunidade em 2 RTX PRO 6000, com imagem e parâmetros fixados.

Orçamento de memória por réplica

Peso do artefato
155,4 GiB
KV cache
6,8 GB
Motor e execução
18 GB
Necessária / instalada
180,2 / 192 GB

O artefato oficial soma 155,4 GiB. O KV híbrido não segue a fórmula de um Transformer GQA comum: a referência lineariza os 5,22 GB transferidos no teste público de prefixos de 70 mil, 80 mil e 100 mil tokens. O runtime validado usa 131.072 tokens como envelope conservador.

Servidor, discos e rede

RAM por nó
256 GB ECC
GPU física por nó
2 × RTX PRO 6000 Blackwell
NVMe local
7,7 TB úteis por nó
Armazenamento
8 TB úteis / 15,4 TB físicos
Discos de dados
2 · NVMe espelhado nos nós
Rede
25 GbE
Potência de TI
2,1 kW

Potência de TI usa o limite nominal dos componentes, antes de medição, climatização e projeto elétrico. Em réplica multinó, 100 GbE é piso orçamentário; RDMA e latência precisam ser validados.

Valores de referência em 1º de agosto de 2026. Estimativa preliminar para contratação, não proposta comercial. O valor inicial e a mensalidade consolidam capacidade, implantação e operação conforme o modelo escolhido. A proposta formal confirma licença comercial da plataforma, tributos, adequações civis, integrações específicas e nível de serviço depois do diagnóstico. Quantização, KV e topologia precisam de homologação no caso de uso; benchmark agentico não valida uso clínico. Réplica multinó exige projeto de interconexão e benchmark.

Escolha orientada

Compare as opções

Compare finalidade e impacto antes de alterar o dimensionamento.

A seleção atualiza a estimativa imediatamente. O diagnóstico técnico confirma a opção no caso de uso e no ambiente do contratante.

Estágio atual. A Aurora ainda não apresenta contrato público ou desempenho de produção homologado. Cada contratação começa por prova controlada; arquitetura, métricas e nível de serviço são aceitos no ambiente do órgão antes da escala.

Riscos

Riscos que precisam ser fechados em cada implantação

RiscoComo é tratado
Escopo ou responsabilidade ambíguosCaso de uso, base legal, papéis, acessos, critérios de aceite e resposta a incidentes definidos antes da integração
Integração interromper a operaçãoMapeamento técnico, ambiente controlado, testes de carga e plano de reversão antes da produção
Capacidade insuficiente ou ociosaDimensionamento pela carga medida e ampliação somente após demanda observada
IndisponibilidadeNível de serviço, observabilidade, contingência e recuperação definidos conforme a criticidade contratada
Mudança de modelo alterar o resultadoVersionamento, avaliação antes da liberação e possibilidade de retorno à versão anterior
Erro no apoio à decisãoSupervisão humana, limites explícitos, monitoramento e registro auditável
Viés e desempenho desigualAvaliação estratificada, critérios de interrupção e publicação das limitações
Baixa adoção pela equipeDesenho com usuários, capacitação, operação assistida e acompanhamento de indicadores de uso

Próximo passo

Uma conversa diferente para cada interlocutor

Gestor público

Diagnóstico do caso de uso e proposta de implantação, com alternativa gerenciada pela Inova ou no ambiente do órgão.

Parceiro estratégico

Composição da oferta, integração e operação conjunta, com responsabilidades, dados, propriedade intelectual e atendimento definidos antes da prova.

Fomento público

Projeto de implantação ou capacidade nacional submetido ao instrumento aberto e aos seus critérios, sem presumir elegibilidade ou contratação.

Investidor privado

Capital para evolução da plataforma e capacidade gerenciada, com informações financeiras tratadas em diligência, fora desta apresentação pública.

Comece pelo caso de uso e pelo ambiente de implantação. A reunião técnica delimita integrações, dados, criticidade, responsabilidades e critérios de aceite para a proposta.

Perguntas frequentes

Respostas para diligência inicial

O que é a Aurora?

É uma plataforma modular de IA assistiva para operações de saúde pública. Reúne ingestão, curadoria, modelos de peso aberto e aplicações como transcrição, apoio à regulação, consulta a protocolos e análise operacional.

Onde a Aurora pode ser instalada?

Em ambiente dedicado e operado pela Inova no Brasil ou na infraestrutura do próprio órgão, incluindo datacenter, nuvem privada ou outro ambiente aprovado. Capacidade, responsabilidades e nível de serviço são definidos na proposta técnica.

Como funciona a implantação?

O trabalho passa por diagnóstico e desenho, prova controlada, implantação e homologação, e operação assistida. Cada etapa tem critérios de aceite; prazo e preço dependem do ambiente, das integrações, da carga e do nível de serviço.

O dado de paciente sai do Brasil?

Nos dois modelos propostos, o processamento da Aurora permanece no Brasil. Isso reduz exposição internacional, mas não basta para cumprir a LGPD: finalidade, base legal, minimização, segurança e direitos do titular continuam obrigatórios.

ANPD — transferência internacional e adequação da União Europeia · 2026-01-27

A Aurora dá diagnóstico ou decide no lugar do médico?

Não. A proposta é apoiar o trabalho: não diagnostica, não prescreve, não emite laudo e não substitui o médico regulador. A decisão clínica permanece com o profissional.

CFM — Resolução 2.454/2026 normatiza uso da IA na medicina · 2026-02-27

De onde vem o material usado para treinar os modelos?

Há fontes candidatas, não um conjunto de dados aprovado. Cada fonte depende de análise de licença, base legal e finalidade antes de treino ou ajuste. Acesso público não equivale a autorização para treinamento; material irregular fica fora.

A Inova já fez alguma coisa parecida?

A Inova apresentou o Projeto Aurora ao Hospital de Base de Brasília em setembro de 2019. Hoje, o SAU 360 cobre atendimento 192, regulação, despacho, telefonia, campo e indicadores. Isso comprova experiência de fluxo; não comprova ainda o desempenho da IA proposta.

Inova — Projeto Aurora, Hospital de Base de Brasília · 2019-09-03

Verificação

Fontes

Todo número deste dossiê tem origem declarada. Confiança alta é fonte primária — órgão, diário oficial ou edital; média é imprensa especializada ou consultoria; baixa é estimativa de mercado, usada sempre com ressalva no texto.

FonteDataConfiança
CFM — Resolução 2.454/2026 normatiza uso da IA na medicina2026-02-27alta
ANPD — transferência internacional e adequação da União Europeia2026-01-27alta
Senado francês — audiência sobre soberania e contratação de nuvem2025-06-10alta
Congresso dos EUA — relatório jurídico sobre o CLOUD Act2025-05-19alta
Câmara dos Deputados — tramitação do PL 2.338/20232026-08-01alta
Ministério da Saúde — RNDS supera 4,7 bilhões de registros2026-07-15alta
Ministério da Saúde — homologação final do Chamamento nº 01/20262026-06-10alta
MCTI — Plano Brasileiro de Inteligência Artificial 2024–20282025alta
BNDES + Finep — chamada pública FIP-IA 20262026-04alta
ANVISA — manual para regularização de equipamentos médicos e SaMD2025-05-28alta
Inova — Projeto Aurora, Hospital de Base de Brasília2019-09-03alta
Inova — prova operacional do SAU 3602026-08-01media
Google Health AI — variantes, memória de referência e implantação local do MedGemma2026-08-01alta
Qwen — modelos Qwen3, licenciamento e requisitos de execução2025-04-29alta
Qwen — memória, quantização e topologia do benchmark oficial2026-08-01alta
Qwen — arquivos oficiais das variantes quantizadas do Qwen32026-08-01alta
Artificial Analysis — GDPval-AA v2, tarefas agentivas de trabalho2026-08-01alta
DeepSeek — checkpoint oficial DeepSeek V4 Flash 07312026-07-31alta
DeepSeek — arquitetura e KV híbrido da série V42026-04-26alta
Local Inference Lab — reprodução do V4 Flash 0731 em 2 RTX PRO 60002026-07-31media
Z.ai — checkpoint oficial GLM-5.2 FP82026-06-16alta
0xSero — reprodução do GLM-5.2 EXL3 em 4 RTX PRO 60002026-07-30media
Moonshot AI — pesos, arquitetura e licença do Kimi K32026-07-27alta
tinygrad — arquitetura expansível da tinybox green v22026-08-01alta
OpenAI — model card e requisitos aproximados do Whisper2026-08-01alta
SYSTRAN — quantização e uso de memória do faster-whisper2026-08-01alta
Google — arquitetura híbrida e redução do KV cache no Gemma 32025-04-23alta
vLLM — configuração, precisão e capacidade do KV cache2026-08-01alta
NVIDIA Marketplace — preços e memória das GPUs profissionais2026-08-01alta
Banco Central do Brasil — PTAX de venda em 31/07/20262026-07-31alta
Inova — metodologia de engenharia do estimador Aurora2026-08-01media
GPU Hunt (dstack) — catálogo público de preços de GPU em nuvem2026-08-21alta
Microsoft — VMs confidenciais com GPU NVIDIA H100 e regiões disponíveis2026-09-18alta
Google Cloud — configurações suportadas de Confidential VM com GPU2026-09-18alta
AWS — Nitro Enclaves, restrições de dispositivo e ausência de GPU2026-09-18alta

Contato

Comece pelo caso de uso e pelo ambiente de implantação.

A reunião técnica delimita integrações, dados, criticidade, responsabilidades e critérios de aceite para a proposta.

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